Os postes de iluminação de LED estão causando problemas?


À noite, os seus olhos são mais facilmente incomodados pela iluminação pública? Há uma razão para isso.

A iluminação pública de LED recentemente se tornou mais popular nos EUA. Ela é mais eficiente, dura mais e economiza dinheiro dos municípios em comparação com lâmpadas antigas, mas também têm seus pontos negativos. Esse fato levou a Associação Médica Americana, ou AMA, a divulgar uma declaração oficial, aprovada por unanimidade pelos membros do grupo, com diretrizes sobre como mitigar os potenciais danos à saúde humana e ao meio ambiente.

O principal problema com eles é a temperatura da cor (TC), uma classificação numérica da tonalidade da cor de uma fonte de luz. Valores mais altos indicam mais conteúdo azul e luzes “mais frias”, enquanto valores mais baixos indicam uma luz “mais quente” com mais conteúdo vermelho. A AMA informa que a iluminação noturna externa não deve ter uma temperatura de cor acima de 3.000 Kelvin; uma lâmpada de LED branca, popular em cidades como Seattle e Nova York, pode ter uma TC de 4.000-5.000K. Como referência, uma lâmpada incandescente típica tem cerca de 2.700K e uma vela ou chama pequena tem cerca de 1.800K. Esses LEDs não afetam apenas os ritmos circadianos, mas também podem prejudicar a retina humana se vistos por um período de tempo suficientemente longo. Dirigir à noite pode se tornar muito mais difícil devido a esse efeito.

Outra questão é que, embora a temperatura de cor seja uma métrica útil, ela tem suas limitações, ou seja, não leva em conta a percepção da cor humana. A Temperatura da cor correlacionada (TCC) é outro método que explica como a visão humana é sensível às cores. Com este método, dois LEDs com um TC de 3.000K podem parecer muito diferentes um do outro. Uma luz pode ter mais conteúdo azul do que a outra, o que causaria uma mudança na sua matiz. Embora a declaração da AMA seja um começo, este exemplo mostra que as medições de TC ou TCC sozinhas são inadequadas e métricas adicionais são necessárias.

Como uma organização ou cidade pode ter certeza de que seus LEDs não são prejudiciais? A Konica Minolta Sensing Americas tem uma grande variedade de ferramentas de medição de luz que podem ajudar. Tanto o CL-200A quanto o CL-70F podem medir a temperatura da cor junto com outras métricas como duv ou distribuição de energia espectral (DEE) que ajudam a determinar se os postes de iluminação estão emitindo conteúdo azul dentro de uma faixa segura.

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